Em plena crise, o pensamento inquieta-se e interroga-se; ele pesquisa as causas mais profundas do mal que atinge a nossa vida social, politica, económica e moral.
As correntes de ideias, de sentimentos e interesses chocam brutalmente, e deste choque resulta um estado de perturbação, de confusão e de desordem que paralisa toda a iniciativa e se traduz na incapacidade de encontrarmos soluções para os nossos males.
Portugal perdeu a consciência de si mesmo, da sua origem, do seu génio e do seu papel, de herói intrépido, no mundo. Chegou a hora do despertar, do renascimento, de eliminar a triste herança que os povos do velho mundo nos deixaram, as bafientas formas de opressão monárquicas e teocráticas, a centralização burocrática e administrativa latina, com as habilidades, os subterfúgios da sua politica e dos seus vícios, toda esta corrupção que nos tolda a alma e a mente.
Para reencontrar a unidade moral, a nossa própria consciência, o sentido profundo do nosso papel e do nosso destino, isto é, tudo o que torna uma nação forte, bastaria a nós portugueses eliminar as falsas teorias e os sofismas que nos obscurecem o caminho de ascensão à luz, voltando à nossa própria natureza. Às nossas origens étnicas, ao nosso génio primitivo, numa palavra, à rica e ancestral tradição lusitana e/ou celtibera, agora enriquecida pelo trabalho e o progresso dos séculos.
Um país, uma nação, um povo sem conhecimento, saliência do seu passado histórico, origem e cultura, é como uma árvore sem raízes. Estéril e incapaz de dar frutos.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Para o novo ano - Honra, Coragem e Glória

O Reino

Honra, Coragem e Glória

Sinopse: O Reino é um romance histórico baseado nos conhecimentos atuais sobre os factos que estiveram na origem da formação de Portugal. O livro retrata a vida de Dom Afonso Henriques e a complexa teia de relações que levou ao nascimento e reconhecimento de Portugal como um novo reino.
É também de um olhar novo sobre a vida de Dom Afonso Henriques e através dele se propõem novas interpretações históricas sobre muitos dos episódios que estiveram na origem de lendas que ainda hoje conferem um estatuto de mito àquele que foi o primeiro rei de Portugal.

A história de Dom Afonso Henriques e a grande aventura da criação do reino de Portugal. Um romance notável.

domingo, 15 de dezembro de 2013

OS SOBREVIVENTES DA ATLÂNTIDA



Segundo a tradição, existia uma civilização portentosa no meio do Oceano Atlântico que, tendo sido alvo de vários cataclismos (o primeiro ascenderia a mais ou menos 800.000 anos), desapareceu no último ocorrido há cerca de 11.500 anos. Esse desastre terrível e de dimensão universal impactou na memória dos homens sob as mais diversas formas. A mais conhecida (por ter sido relatada no texto sagrado do cristianismo – a Bíblia) é o mito do Dilúvio e da Arca de Noé.ristianismo – a Bíblia) é o mito do Dilúvio e da Arca de Noé.

Os sobreviventes desse povo atlante, detentor de conhecimentos superiores aos do resto da humanidade, espalharam-se numa verdadeira diáspora para Oriente (nomeadamente a Europa e, posteriormente, a Ásia) e Ocidente (a América), tendo deixado inúmeros vestígios em vários locais, sobretudo próximo do litoral, sob a forma de monumentos megalíticos e, simultaneamente, transmitiram determinados conhecimentos (de agricultura, de construção, etc.) aos povos autóctones, menos evoluídos.

L Charpentier escreve a este propósito: “Torna-se natural encontrar, em todos os povos inicialmente ensinados por esse povo disperso, uma identidade de tradições, que persiste apesar das diferenças de raça, de língua e de religião. E enquanto essa tradição se mantiver nas irmandades de ofício ensinadas tradicionalmente, haverá uma base comum, princípios comuns, aplicados à erecção dos monumentos sagrados…”

Assim, e apesar da perda de memória do seu passado, o dilúvio é um assunto que está presente nos camponeses portugueses. Várias são as localidades que reclamam a fama de terem sido fundadas pelos filhos de Noé, cuja arca aportou em várias partes do país."

in Eduardo Amarante, "TEMPLÁRIOS, Vol.2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu"

Dia da Deusa Cerridwen

 A face Anciã da Deusa Triplice


Cerridwen é a Deusa do Conhecimento e da Sabedoria, associada à Lua, à intuição, às profecias e à Transmutação através do seu Caldeirão (simbologia ao seu Ventre Sagrado). 

Deusa da Vida e da Morte... do Caos e da Paz, do Tudo e do Nada, a ela recorremos em tempos difíceis, pois Ela é a Grande Mãe. 


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Xamanismo - O Mito


Os rituais são uma forma de vivenciar "o mito". Segundo Campbell, os mitos são pistas para potencialidades espirituais da vida humana. Quero, juntos com vocês, estudar essa "password" para entrar numa rede de poder que são os mitos.

Sthephen Larsen em Imaginação Mítica, crê que o renascimento dos mitos, que está se processando, não é simples moda. Nos tempos modernos, os mitos têm sido vistos como ilusões, mas, se assim é, são ilusões que ainda conservam o poder, como disse Joseph Campbell, de "levar adiante o espírito humano " 

Uma psicóloga, identificou o mito como o DNA cognitivo e emocional da psique - sempre novo, sempre gerador, e ao mesmo tempo tão velho como os montes que guardam os velhos segredo de nossa raça.

A mente limpa e aberta da criança cria e compreende os mitos intuitivamente, ao passo que o psicoterapeuta, o escritor criativo e o erudito trabalham demoradamente para explorar os ricos veios de sabedoria e inspiração criativa que o mito encerra.

Carl Jung concluiu em 1911 um livro revolucionário sobre a doença mental, A Psicologia do Inconsciente. Alguns anos depois, escreveu:

Mal eu havia terminado o livro, ocorreu-me o que significa viver com um mito e o que significa viver sem ele. O mito, diz um pai da Igreja, é "aquilo em que todos, por toda a parte, acreditam"; portanto, o homem que acha estar vivendo sem mito, ou fora do mito, é uma exceção. Ele é como um homem sem raízes, não tem um elo autêntico com o passado, ou com a vida ancestral que continua dentro dele, ou ainda com a sociedade humana contemporânea.

Jung dedicou sua vida a mostrar que só pela compreensão dos mitos podemos realmente compreender a psicologia, e vice versa. A mitologia proporcionou a base para o entendimento dos sonhos e das imagens simbólicas do homem moderno.

Amor - Paz e Luz !

Léo Artese


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A ERA DE AQUÁRIO

Frequentemente, deparamos com afirmações de que a Era Aquariana já começou, que vai durar um certo período de tempo, que ela é o resultado de um fenómeno astronómico ou astrológico, que tem determinadas características, ou que, sob sua influência, o homem estará capacitado a realizar certos trabalhos específicos.
Mas terá a Era de Aquário realmente começado? O que é que um astrólogo capaz pode dizer sobre esta matéria?
 A PRECESSÃO DOS EQUINÓCIOS
…será por volta do ano 2654 que o Sol realmente entrará na constelação de Aquarius. Podemos dizer que a Era Aquariana começará nessa época e irá durar aproximadamente 2 156 anos, durante os quais o Sol seguirá seu movimento retrógrado…
O facto de alguns afirmarem que já estamos na Era Aquariana pode ser explicado pela diferença que existe entre as constelações zodiacais e o chamado “Zodíaco Intelectual”. Um determinado grupo de estrelas fixas no céu chama-se Áries; outro grupo, localizado perto de Áries chama-se Taurus; um terceiro grupo chama-se Gemini, e assim por diante. Estas doze constelações ou grupo de estrelas, como são vistas no céu, ficam sempre no mesmo lugar e na mesma posição relativa entre umas e outras. Através destas constelações viaja o Sol, ano após ano, com precisão invariável. Mas, devido a que o eixo da Terra se inclina para o Sol e tem um movimento cambaleante, parecido ao movimento de um pião quando está perdendo sua força, o movimento do Sol parece ser irregular. Cada ano, quando o Sol entra na constelação de Áries cruzando o Equador da Terra, acontece um pouco antes do que no ano anterior. O Sol precede, e este é o motivo pelo qual os astrónomos falam na “precessão dos equinócios“.
Isto quer dizer que o Sol parece cruzar o Equador no equinócio vernal ou começo da primavera, cada ano um pouco antes do ponto no qual cruzou o Equador no ano anterior. Portanto, se um ano cruzou o primeiro grau de Áries, no ano seguinte cruzará ligeiramente a constelação de Pisces, desde o primeiro ponto de Áries e assim sucessivamente. Na verdade, este movimento retrógrado é tão lento, que o Sol demora quase 72 anos para cruzar um grau, ou seja, cerca de 2 156 anos para passar por um signo, ou 25 868 anos aproximadamente para passar, em movimento retrógrado, pelos doze signos. Este último período é chamado um Grande Ano Sideral.

DOIS ZODÍACOS

aquarius_constellation
Os astrónomos falam geralmente de “graus de ascensão recta”, para os quais dividem o círculo do céu em 360 graus, começando pelo ponto de onde o Sol cruza o Equador celeste, no equinócio vernal precedente. Eles, da mesma forma que os astrólogos, conferem a Áries os primeiros 30 graus, a Taurus os 30 graus que se seguem a Áries, etc. Assim é explicado o zodíaco natural, composto das 12 constelações ou grupo de estrelas, que mudam tão imperceptivelmente a sua posição no céu que não podemos notá-la numa vida, ou em algumas centenas de anos. Por outro lado, existe o zodíaco intelectual, que começa no ponto preciso do equinócio vernal de qualquer ano.
Como o Sol, por precessão, viaja para trás pelos diferentes signos do zodíaco, é óbvio que chegará um momento em que o equinócio vernal ocorra no ponto preciso do primeiro grau de Áries, e, como consequência, em tal ano coincidirão os zodíacos natural e intelectual. A última vez que ocorreu este facto foi por volta do ano 498 da Era Cristã e como o Sol estava a “movimentar-se” à velocidade acostumada, ao redor de um grau a cada setenta e dois anos, é evidente que, na actualidade, o equinócio vernal ocorra cerca de nove graus de Pisces. De tal forma que será por volta do ano 2654 que o Sol realmente entrará na constelação de Aquarius. Podemos dizer que a Era Aquariana começará nessa época e irá durar aproximadamente 2 156 anos, durante os quais o Sol seguirá seu movimento retrógrado, atravessando os 30 graus do signo de Aquarius.
Na verdade, não vamos imaginar que ocorra uma mudança brusca numa determinada data, como sucede, por exemplo, quando dizemos que entramos no ano de 1975 à meia noite do dia 31 de Dezembro de 1974. Esta é uma divisão matemática do tempo. De facto, as épocas distintas da existência humana dependem das influências vitais e são realmente mais o resultado de condições mentais do que de divisões do tempo, ainda que as duas estejam vinculadas.

ÓRBITA DE INFLUÊNCIA

Para isso, os astrólogos reconhecem o que se chama de “uma órbita de influência”. Para o entender, devemos reconhecer que todo ser humano é algo mais do que vemos; que está rodeado por uma aura, uma atmosfera invisível, um “algo” que irradia de sua pessoa e que forma parte de sua personalidade. Noutras palavras, o homem tem certos veículos, invisíveis para a visão comum, que se estendem mais além de seu corpo físico. É por isso que, quando estamos perto de outra pessoa, os corpos invisíveis se misturam e há momentos em que estamos quietos e passivos sentimos mais estas influências subtis apesar delas sempre existirem e constituírem factores poderosos nas nossas vidas.
Imaginemos uma pessoa concentrada integralmente no seu trabalho, de modo que não olhe, nem veja o que sucede ao seu redor. De repente, percebe que alguém entrou no seu quarto – que, na realidade, está atrás dela – vira-se e vê um amigo. Não ouviu a entrada de seu amigo porque estava muito absorta no seu trabalho, mas sentiu-o, porque a aura do amigo se intercalou com a sua própria atmosfera áurica. Por isso sentiu que alguém estava atrás dela, apesar de não ter nenhum contacto físico.
“Assim como é em cima, é em baixo” e vice-versa, é a Lei da Analogia,a chave mestra para os mistérios. O homem é o microcosmos e as estrelas, o macrocosmos. As constelações representam grupos de grandes Espíritos que se encerram em seus corpos estelares, com a finalidade de ajudar as inteligências menos desenvolvidas, para que possam Ter as experiências necessárias para sua evolução. Podemos concluir que estes grandes Espíritos têm veículos subtis que são similares aos da atmosfera áurica de nossa Terra. O Sol aproxima-se muito da constelação de Aquarius no equinócio vernal. Assim, a influência de Aquarius, juntamente com os raios solares, são transmitidas à Terra e como a primavera é a época especial em que tudo está impregnado de vida, podemos perceber que o raio aquariano assim transmitido, far-se-á sentir entre as pessoas da Terra.

ERA DE PISCIS

Reconhecemos, sem dificuldade, a influência de Pisces durante os últimos dois mil anos. A superstição, a escravidão intelectual, a fé cega pela qual passou a civilização, são fenómenos bem conhecidos dos historiadores. Por outro lado, as influências da Era de Pisces no processo evolutivo foram necessárias. A Era de Pisces será recordada como a Era da Fé, em contraste com a Era Aquariana, a Era da Razão, durante a qual serão ensinados os princípios da Nova Espiritualidade com amor e desinteresse.
Na Era de Pisces recomenda-se a abstinência da carne em certos dias. Reverencia-se uma Virgem Imaculada. Aconselha-se que se abandone os prazeres da carne e os apelos à sensualidade. Nos seiscentos anos que faltam para que a Era Aquariana se inicie definitivamente, faremos muitos progressos nestas duas áreas de consciência. Recordemos que Júpiter, o planeta da benevolência e da filantropia, também governa Pisces e tem sido um factor muito importante no desenvolvimento do altruísmo durante estes últimos anos.

ERA DE INOVAÇÕES (AQUARIUS)

aquariusOs estudos astrológicos informam-nos que Aquarius exerce uma influência intelectual original, inventiva, mística, científica, filantrópica e religiosa. Se quisermos aplicar a sentença bíblica que diz “por seus frutos os conhecereis”, podemos pressentir a Era Aquariana pelos esforços originais ligados à ciência, religião, misticismo e altruísmo. Olhando para trás podemos ver um período de quase cem anos (século XX), no qual o Sol viajou, por precessão, pouco mais de um grau na órbita até Aquarius e constatamos que, durante esse tempo, produziu uma grande mudança em muitas idéias, houve novos descobrimentos, avanços científicos e muito mais inovações em todos os campos de actividade do que nos últimos dois mil anos. Consideremos algumas das invenções deste último século: o telefone, o telégrafo, o radar, a televisão, computadores e a complicada maquinaria das viagens espaciais. Isto e milhares de outras invenções são indicadores no mundo físico, da aproximação da Era Aquariana.
Também notamos que tendências às ideias liberais em assuntos religiosos estão a substituir as condições antigas de crença dogmática tão enraizadas nas várias doutrinas. É notável o número crescente daqueles que desenvolveram a visão espiritual e estão investigando o caminho da evolução nos planos superiores. Os estudos astrológicos estão adquirindo uma popularidade nunca vista nos últimos anos. Ficamos impressionados ao entrar numa livraria e constatar o número incrível de publicações recentes sobre ocultismo, astrologia, etc.
Na Era Aquariana, haverá a combinação da religião com a ciência e teremos então uma ciência religiosa e uma religião científica. Cada qual aprenderá e respeitará os descobrimentos feitos pela outra, o que redundará em saúde, felicidade e permitirá ser possível desfrutar uma vida melhor.

FRATERNIDADE UNIVERSAL

A Era Aquariana será uma era de fraternidade universal e já observamos, à nossa volta, movimentos para a eliminação de barreiras e preconceitos raciais. Na actualidade, este resultado tem sido obtido, muitas vezes, através do derramamento de sangue e rebeliões. A espada, que governa a Era de Pisces, é ainda poderosa, mas cederá o seu lugar à ciência e ao altruísmo, que regerão a Era Aquariana.
Como Aquarius é um signo de ar, científico e intelectual, a conclusão inevitável é de que a religião desta Era deverá estar alicerçada na razão e será capaz de explicar o enigma da vida e da morte, de tal maneira que satisfaça tanto a mente como o sentido religioso. Neste aspecto, os Ensinamentos da Sabedoria Ocidental estão a prepar o caminho para a Era Aquariana, aspirando eliminar o temor da morte, que se origina da incerteza que envolve a existência após a morte. Estes ensinamentos demonstram que a vida e a consciência continuam submetidas à leis imutáveis, cuja meta é erguer o ser humano até um estado de espiritualidade mais nobre e elevado.
Também por ser um signo do ar, Aquarius governa especialmente a região etérica. À medida que o Sol entrar, por precessão, em Aquarius, a humidade da terra irá sendo eliminada, gradualmente, e as vibrações visuais, que se transmitem mais facilmente numa atmosfera seca e etérica, serão mais intensas. Nessas condições poderemos desenvolver nossa visão espiritual e estaremos, assim, suficientemente aptos para reconhecer que, na realidade, há “vida depois da morte”.
Quando o homem atingir este ponto de evolução, estará tão iluminado que poderá evitar muitas “quedas” que lhe causam tanto sofrimento e perturbação, e desfrutar uma existência muito mais ditosa do que a que tem actualmente. Será capaz de resolver problemas sociais em forma equitativa para todos e o uso de maquinaria e instrumentos aperfeiçoados livrarão as pessoas, em grande parte, de tarefas físicas pesadas e dar-lhe-ão uma melhor oportunidade para progressos intelectuais e espirituais.
Ainda que, a seu devido tempo, todos nós tenhamos direito aos benefícios da Era Aquariana, há a possibilidade, agora, para aqueles que aspiram a uma vida melhor e mais espiritualizada, pôr-se em sintonia com o espírito da Era vindoura e preparar sua receptividade às influências aquarianas. Aquele que viver sinceramente uma vida de serviço para a humanidade e que exercite seus dons de compaixão, altruísmo e benevolência, progredirá no caminho evolutivo conforme os esforços que fizer para responder às influências de Aquarius.
por Guia Kármico Mário Portela

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O Pessoa Oculto


Ao longo de quase toda a sua vida, Fernando Pessoa foi um homem atormentado pelo problema do sentido do ser humano, da vida e do universo.

Ó sistema mentido do universo
Estrelas-nada, sois irreais
Oh com que ódio carnal e estonteante
Meu ser desterrado vos odeia.

Curiosamente, essa atracção pelo mistério do ser nunca foi resolvida através da fé católica em que foi criado.

Enquanto jovem, Pessoa reservava já uma parte importante dos seus rancores profundos às religiões. Por volta de 1908, o seu pouco conhecido heterónimo Charles Robert Annon anota em inglês esse seu ódio:

Em nome da VERDADE, da CIÊNCIA e da FILOSOFIA (…) passo sentença de excomunhão sobre todos os padres e todos os secretários de todas as religiões do mundo.

Mago Aleister Crowley
Entretanto, vai estudando filosofia, essencialmente de maneira autodidáctica. Tem uma curta experiência no âmbito do espiritismo e passa à teosofia. Mais tarde, nos anos 30, e por influência do seu encontro com o mirabolante mago irlandês Aleister Crowley, há-de virar-se decididamente para o ocultismo.


Nunca voltará ao seio do cristianismo oficial. Chegando mesmo a hostilizá-lo. Alberto Caeiro insulta a Igreja Católica no poema VIII do célebre Guardador de Rebanhos. Este, Reis e António Mora tornar-se-ão os arautos da reconstrução do paganismo. Campos dará uma dimensão mecânica e urbana ao divino. Fernando Pessoa (ele mesmo) permanecerá sempre fiel a essa enorme inimizade face aos cristianismos oficiais. Mantendo-se coerente, nem mesmo perante a beatice do salazarismo transigiu.

Creio na existência de mundos superiores ao nosso e de habitantes desses mundos, em existências de diversos graus de espiritualidade, subtilizando-se até se chegar a um Ente Supremo, que presumivelmente criou este mundo. (…) Não creio na comunicação directa com Deus, mas, segundo a nossa afinação espiritual, podemos ir comunicando com seres cada vez mais altos.


Esse Deus parece ser concebido à maneira maçónica de «Grande Arquitecto do Universo» e a via para ele nunca está terminada. Aliás, era este o significado essencial da obra inacabada O Caminho da Serpente e a dimensão simbólica desse animal era precisamente a deslocação perpétua da verdade absoluta.

(…) não pertenço a Ordem Iniciática nenhuma.


O poeta considerava haver três vias para o Absoluto: (…) o caminho mágico (incluindo práticas como as do espiritismo (…)), caminho esse extremamente perigoso, em todos os sentidos; o caminho místico, que não tem propriamente perigos, mas é incerto e lento; e o que se chama o caminho alquímico, o mais difícil e o mais perfeito de todos, porque envolve uma transmutação da própria personalidade que a prepara, sem grandes riscos, antes com defesas que os outros caminhos não têm.

O caminho da Serpente está fora das ordens e das iniciações, está, até, fora das leis (rectilíneas) dos mundos e de Deus. O carácter maldito, o aspecto repugnante, da Cobra, traz marcado a sua Oposição ao Universo — profundo e obscuro Mistério Magno. Ela é o Espírito que Nega, mas nega mais, e mais profundamente, do que em geral se entende ou se pode entender. Nega o bem no seu baixo nível, em que é só Serpente e tenta Eva; nega a verdade no seu segundo nível, em que é (…) nega o bem e o mal no seu terceiro nível, em que é Satã; nega a verdade e o erro no seu quarto nível, em que é Lúcifer; (ou Vénus); nega-se a si mesma e a tudo no seu quinto nível, e fuga, em que é SS, a Revelação Suprema. (…) e a si mesma se tenta e se mata.

Todos os caminhos no mundo e na lei são rectilíneos; o caminho da Serpente é a evasão dos caminhos, porque é, substancial e potencialmente, a Evasão Abstracta, o reconhecimento da verdade essencial, que pode exprimir-se, poeticamente, na frase de que Deus é o cadáver de si mesmo; a descoberta do Triângulo Místico em que os três vértices são o mesmo ponto, o segredo da Trindade e do Deus Vivo, que, em certo modo, é o Homem Morto em e através de Deus Morto.

Fonte: Grandes protagonistas da história de Portugal – Fernando Pessoa – Planeta de Agostini

sábado, 26 de outubro de 2013

Halloween – As origens


A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcas das diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão").
A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã



A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era presididas pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Católica


Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".

Samhaim 


Samhaim (em irlandês Samhain, gaélico escocês Samhuinn, manês Sauin e em gaulês Samonios) era o festival em que se comemora a passagem do ano dos celtas. Marca o fim do ano velho e o começo do ano novo. O Samhain inicia o inverno, uma das duas estações do ano dos celtas. O início da outra estação, o verão, é celebrado no festival de Beltane. Este festival, Samhain, é chamado de Samonios na Gália. Segundo alguns autores, grande parte da tradição do Halloween, do Dia de Todos-os-Santos e do Dia dos fiéis defuntos pode ser associada ao Samhaim. O Samhaim era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a suas casas para visitar os familiares, para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira.1 Alguns autores acham que não existe nenhuma evidência que relacione o Samahin com o culto dos mortos e que esta crença se popularizou no século XIX. Segundo o relato das antigas sagas o Samhain era a época em que as tribos pagavam tributo se tivessem sido conquistadas por outro povo. Era também a época em que o Sídhe deixava antever o outro mundo. O fé-fiada, o nevoeiro mágico que deixava as pessoas invisiveis, dispersava no Samhain e os elfos podiam ser vistos pelos humanos. A fronteira entre o Outro Mundo e o mundo real desaparecia.2 Uma das datas do calendário lunar celta de Coligny pode ser associada ao Samhain. No 17º dia do mês lunar Samon, a referência *trinox Samoni sindiu é interpretada como a data da celebração do Samhain ou do solstício de Verão entre os Gauleses.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Geração Orpheu

A Geração de Orpheu foi o grupo responsável pela introdução do Modernismo nas artes e letras portuguesas. O nome advém da revista literária Orpheu, publicada em Lisboa no ano de 1915.


1º número da revista Orpheu (Janeiro, Fevereiro, Março - 1915)
Capa de José Pacheko
Seguindo as vanguardas europeias do início do século XX, nomeadamente o Futurismo, os colaboradores da revista Orpheu propuseram-se, de acordo com uma citação de Maiakovsky que Almada Negreiros terá usado mais tarde para caracterizar o Grupo, "dar uma bofetada no gosto público". Apesar disto, mantiveram influências de movimentos anteriores, tal como o Simbolismo e o Impressionismo.


Da autoria de Almada Negreiros: Retrato de Fernando Pessoa
Poetas como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, e pintores como Amadeo de Souza-Cardoso e Santa Rita Pintor reuniram-se em torno duma revista de arte e literatura cuja principal função era agitar as águas, subverter, escandalizar o burguês e pôr todas as convenções sociais em causa: o próprio nome "Orpheu" não fôra escolhido por obra do acaso - Orpheu era o mítico músico grego que, para salvar a sua mulher Eurydice do Hades, teria de a trazer de volta ao mundo dos vivos sem nunca olhar para trás.

E era essa metáfora que importava aos homens da Orpheu, esse não olhar para trás, esse esquecer, esse olvidar do passado para concentrar as atenções e as forças no caminho para diante, no futuro, na "edificação do Portugal do séc. XX" (Almada Negreiros). A Geração de Orpheu não contribuiu só para a modernização da Arte em Portugal mas foi responsável pela divulgação de alguns dos melhores artistas do mundo.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O mito de Ulisses na formação de Portugal


Ulisses



O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo –
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.

Este que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.

Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá-la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.

Fernando Pessoa

Localização do poema


O poema “Ulisses” encontra-se na primeira parte, “Brasão”, da “Mensagem” de Fernando Pessoa e integra-se no segundo capítulo: “Os Castelos”. O facto de ser o primeiro poema dessa parte, justifica-se por Ulisses ser o mais antigo dos heróis associado à história de Portugal  De facto, neste capítulo, como acontece noutros, o autor segue uma organização cronológica dos heróis.



O título “Ulisses” remete-nos para a origem de Portugal, atribuindo a Ulisses, navegador errante, que depois da guerra de Tróia se perdeu, a fundação de “Olissipo”, futura Lisboa. Não havendo provas históricas dessa fundação, na sua origem está, portanto, um mito.


O povo português nasceu de figuras lendárias (uma delas Ulisses) por isso ficamos predestinados a continuar ou seguir os feitos grandiosos dos nossos antepassados, mantendo Portugal sempre no seu auge. Hoje em dia Portugal encontra-se em decadência.


Para chegarmos ao quinto Império devemos seguir, acreditar e imitar os feitos dos nossos antepassados, não através da força, mas sim através da cultura, do conhecimento, como previu Fernando Pessoa. Para este autor os Descobrimentos, apesar da sua grandiosidade, foram apenas uma pequena amostra do que os Portugueses são capazes fazer e daquilo que Portugal será: afirmar-se-á mundialmente através da cultura.

Auroque - O boi pré-histórico


O auroque (Bos primigenius) é um bovino extinto em 1627. Tratava-se de um animal de grandes dimensões e comportamento indócil. Seu habitat, em épocas pré-históricas, se estendia da Europa Ocidental à Península da Coreia e da Sibéria ao subcontinente indiano. Este animal teria sido caçado pelos homens no sul (nordicos) e centro da Europa desde a pré-história, como relatam as pinturas rupestres encontradas nestes locais. Linhagens mais dóceis teriam sido selecionadas pelas populações locais, e teriam dado origem ao BOI europeu (Bos taurus). O auroque, no entanto, jamais viria a ser domesticado, e, após milénios sofrendo com a caça, o último indivíduo morreu em 1627, na floresta de Jaktorowka, na Polónia. Recentemente tem-se discutido a separação do auroque como variedade distinta do boi doméstico, visto que estudos genéticos sugerem que pertenceram ambos à mesma espécie (Bos taurus), sendo assim o auroque seria a raça mais antiga (e também a original de onde a maioria das outras surgiram) de gado bovino.


O antigo auroque alcançava uma altura de cerca de 1,8 m e comprimento de cerca de 3 m. Pesava talvez uns 900 quilos. Cada um dos seus dois chifres podia ter mais de 75 centímetros de comprimento.


O touro selvagem mencionado na Bíblia em Jó 39:10, 11, provavelmente era o auroque (em latim: urus). Há dois mil anos, esses animais encontravam-se na Gália, e Júlio César fez a seguinte descrição deles: “Esses uri têm quase o tamanho dum elefante, mas de natureza, cor e forma são touros. Eles têm muita força e grande velocidade: não poupam nem homem nem animal quando os avistam".

Auroque volta ao Reino Unido após 2.000 anos


Geneticistas do Terceiro Reich 'recriaram' o gado selvagem por cruzamentos. Animal foi extinto na natureza no século XVII, mostram registros históricos.

O fazendeiro britânico Derek Gow trouxe para o Reino Unido os bois da raça Heck, que foram criados nos anos 1930 a mando do Terceiro Reich como forma de ressuscitar o auroque, o gigantesco gado selvagem da Europa.

O fazendeiro britânico Derek Gow e seu rebanho de auroques
Os auroques, que ultrapassavam uma tonelada, foram extintos em solo britânico no começo da Era Cristã e desapareceram definitivamente da Europa em 1627.


Os zoólogos alemães Heinz e Lutz Heck, usaram descendentes domésticos do auroque para recriar um animal muito parecido com o boi selvagem, por meio de cruzamentos, nos zoológicos de Berlim e Munique.

O partido nazi tinha interesse na "ressurreição" do animal por causa de sua importância para a mitologia germânica.

Raça Barrosã - O descendente português do Auroque

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A NOITE NEGRA DA ALMA


Trata-se de um termo há muito usado pelos místicos para denotar certo estado emocional e psicológico, assim como para indicar um período de testes por que todo mortal passa alguma vez em sua vida. Essa Noite Negra da Alma é caracterizada por uma série de fracassos; o indivíduo experimenta muitas frustrações. Qualquer coisa que o indivíduo se propõe a fazer parece carregada de incertezas e obstáculos. Não importa o quanto ele tente ou que conheci­mentos aplique, o indivíduo se sente amarrado. Quando prestes a se concretizarem, as oportunida­des parecem escapar de suas mãos. Coisas com as quais ele muito contava, não se realizam. Seus pla­nos tornam-se estáticos e não se concretizam. Ne­nhuma circunstância lhe oferece solução ou enco­rajamento quanto ao futuro. Este período é reple­to de desapontamento, desânimo e depressão. Durante esse período, o indivíduo sente-se for­temente tentado a abandonar seus mais acalenta­dos ideais e esperanças, tornando-se extremamente pessimista. O maior perigo, contudo, é sua tendên­cia de abandonar todas aquelas coisas às quais atribuía grande valor e importância na vida. Ele pode achar que é inútil continuar seus estudos místicos, suas atividades culturais e sua afiliação a entidades filantrópicas. Caso ceda a essas tentações, estará realmente perdido. De acordo com a tradição mística, este é o período em que a fibra da personalidade-alma é testada. Suas verdadeiras convicções, sua força de vontade e seu merecimento de maior iluminação são colocados à prova. Se o indivíduo sucumbe a essas condições, embora a frustração e o desespero possam diminuir, ele não conhecerá o júbilo da verdadeira conquista na vida. Daí por diante, sua existência poderá ser medíocre e ele não experimentará verdadeira paz interior. Não se trata de algum tipo de punição imposta ao indivíduo. Como evidenciam os ensinamentos místicos, não é uma condição cármica. É, isto sim, uma espécie de adaptação que o indivíduo deve fazer dentro de si mesmo para evoluir a um nível mais elevado de consciência. É uma espécie de desafio, uma espécie de exigência de que a pessoa re­corra à introspecção e promova uma reavaliação de seus ideais e objetivos na vida. Uma exigência de que a pessoa abandone interesses superficiais e se decida sobre o modo em que deve utilizar sua vida. Não significa que o indivíduo deva abandonar seu trabalho ou meio de vida, mas, que ele deve reestruturar sua vida futura. A Noite Negra o faz perguntar-se sobre quais as contribuições que ele pode fazer à humanidade. Faz com que ele descubra seus pontos fracos e fortes. Se a pessoa fizer esta auto-análise durante a Noite Negra ao invés de apenas lutar contra suas frustrações, toda a situação mudará para melhor. Ela passa a ter domínio sobre acontecimentos que concluiu serem meritórios. Mais cedo ou mais tarde, então, advém a condição que há muito os místicos chamam de Áureo Alvorecer. Subitamente, parece haver uma transformação: a pessoa torna-se efervescente de entusiasmo. Há um influxo de idéias estimulantes e construtivas que ela sente poder converter em benefícios para sua vida. Todo o novo curso de sua existência é promissor. Em contraste com as condições anteriores, sua nova vida é verdadeiramente áurea no alvorecer de um novo período. Acima de tudo, há a iluminação, o discernimento aguçado, a compreensão de si mesmo e de situações que antes não compreendia. Aqueles que não têm conhecimento deste fenômeno mas que no entanto perseveram e superam a Noite Negra da Alma, tomam-se algo confusos pelo que lhes parece uma transformação inexplicável em seus afazeres e obrigações. Particularmente estranho lhes parece o que acreditam ser alguma energia ou combinação de circunstâncias externas que produziu a mudança. Eles não percebem que a transformação ocorreu em sua própria natureza psíquica como resultado de seus pensamentos e vontade. Quando é que começa a Noite Negra da Alma? Em que idade ou período da vida ela ocorre? Podemos responder que normalmente ela se sucede ao fim de um dos ciclos de sete anos, como 35, 42, 49, 56, 63... anos de idade. Ela ocorre com mais freqüência no fim do ciclo dos 42 ou 49 anos, e muito raramente aos 63 ou além. Quanto tempo ela dura? Em verdade ninguém pode responder esta pergunta pois sua duração é individual. Depende de como a pessoa tenha vivido; de seus pensamentos e ações. Contudo, enfatizamos uma vez mais: A Noite Negra não advém como punição pelo que a pessoa possa ter feito no passado, mas, sim como um teste do merecimento de penetrar no Áureo Alvorecer. Talvez quanto mais circunspecto seja o indivíduo, quanto mais sincero ele seja na busca de realizar nobres ideais, tanto mais cedo sua determinação e seu verdadeiro caráter serão postos a prova pela Noite Negra da Alma. Por quanto tempo tem a pessoa de suportar es­sa experiência? Isto também varia de acordo com o indivíduo. Se ele resiste, se não sucumbe à tentação de abandonar seus hábitos, prática e costumes meritórios, a Noite logo termina. Se, porém, ele sucumbe, entrega-se à estagnação profunda e abandona seu melhor modo de vida, então a Noite pode continuar em diferentes intensidades pelo resto de sua vida. Deve-se compreender, repetimos, que esta não é uma experiência ou fenômeno que ocorre somente para os estudantes de misticismo. Aliás, ela não guarda relação direta com o tema do misticismo, exceto pelo fato de ser um fenômeno natural, psicológico e cósmico. Os místicos o explicam; os outros, não. Os psicólogos, por exemplo, dirão que se trata de um estado emocional, uma depressão temporária, um estado de ânimo que inibe o pensa­mento e a ação da pessoa, o que explica os fracassos e as frustrações. Eles procurarão encontrar algum pensamento, alguma repressão subconsciente para explicar tal estado. Como dissemos, a Noite Negra ocorre na vida de todo mundo, independentemente de a pessoa conhecer ou não algo de misticismo. É bem provável que você tenha conhecido alguma pessoa que passou por esse período. As coisas para tal pessoa pareciam redundar em fracassos, a despeito de quanto esforço ela fizesse. Então, algum tempo depois, es­sa pessoa tomou-se bem sucedida, feliz, parecendo ter outra personalidade. Entretanto, o indivíduo, por sua própria negligência, pode acarretar condições semelhantes às da Noite Negra. Uma pessoa preguiçosa, indolente, descuidada, indiferente e sem senso prático acarretará muitos fracassos à sua própria vida. Ela pode lastimar-se de sua sina a outros, e, se conhecer algo a respeito, poderá mesmo dizer que está passando pela Noite Negra. Mas saberá que a falha está em seu próprio interior. A diferença entre esta pessoa e o indivíduo que está realmente passando pela Noite Negra está em que o último, pelo menos a princípio, sinceramente procurará enfrentar cada situação e aplicar seu conhecimento até que chegue a compreender que está bloqueado por algo maior que sua própria capacidade. A pessoa indolente, porém, sempre sabe que é indolente, quer isto admita ou não. A pessoa negligente sempre sabe que negligenciou o que deveria ter realizado. A pessoa descuidada que é as­sim por hábito, sabe que não vai muito longe e que comete muitos erros.Ralph M. Lewis.

http://contossollua.blogspot.pt/2012/12/a-noite-negra-da-alma.html

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A VELHA RELIGIÃO PENINSULAR




 

Em cada região, uma Divindade; a cada espírito Criador o seu espaço! É o culto aos Deuses destas terras, tradição antiga mas renovada sem contudo fugir aos conceitos e preceitos do antigamente. Os nossos ancestrais adoravam os seus Deuses com cultos diferenciados entre tribos e regiões e amavam e respeitavam os lugares e espíritos da natureza, colhiam e caçavam com bravura e respeito.
No passado, a Península Ibérica foi palco de influências de vários povos entre eles os Celtas - daí o rótulo de Celtibero, mistura de povos Celtas e Ibéricos - , e os Fenícios e Cartagineses, depois Romanos e mais tardiamente entre outros, Suevos e Visigodos. As nossas Divindades nunca se mesclaram totalmente com as dos povos invasores.
Como Ibéricos temos uma tradição muito Ancestral na qual muitas das práticas exteriores, o culto dos adoradores vulgo povo, foram absorvidas pela religião católica surgindo mais tarde em épocas festivas tais como o Entrudo, Pascoela e Natal, nada mais que as datas aproximadas das festas que foram palco dos nossos Deuses. No entanto, os mistérios sempre permaneceram no segredo das Senhoras, dos Akerras, das Jãs e dos Naimen. A adoração e o Ritual dos Deuses Peninsulares têm a ver com a Arte Antiga, hoje chamada Tradicionalista.
O espírito religioso dos romanos baseava-se na importação dos Deuses das várias regiões conquistadas e, assim como quiseram absorver os poderes das tribos, assim pensavam os nomes dos Deuses locais e os aplicavam conforme as conveniências, sem contudo neles existir o verdadeiro sentido mágico-religioso. Assim aconteceu com a nossa Deusa Atégina que, após a romanização, virou Próserpina, nome deveras conhecido na mitologia romana, mas que muito antes de Roma se instalar já os povos locais conheciam a lenda da descida da Deusa aos mundos inferiores, só que de outra forma. Aliás, este mito é comum à alma grupo universal do Neolítico ao Calcolítico e decorrentes.
E, cinco séculos antes de Roma, haviam já chegado os Gregos e Fenícios e, posteriormente os Cartagineses que não nos forçaram a Religiões impostas, mas foram bastantes influentes na passagem de segredos e mistérios aos Sábios tribais dos Santuários primitivos, já existentes na Península. Não nos poderíamos alhear também da importância trazida pelas culturas Fenícia e Grega e cuja cultura resplandecente causou assombro e respeito aos povos nativos do litoral com os cultos de Baal Merkart e de Tanith de Cartago, outrora cultuados na Nazaré, entre outros...
A nossa Tradição tem uma ancestralidade reconhecida num vasto panteão autóctone, quase livre de influências exteriores, e nos variadíssimos vestígios históricos, que cada vez mais surgirão à luz dos homens.
O Panteão Ibérico é rico e tribal. As divindades que cultuamos, existem nas antigas regiões da Bética, da Lusitânia e da Calaecia.

domingo, 22 de setembro de 2013

30 Famosas criaturas místicas com características humanas


1. Gog e Magog


Gog Magog não aparecem Alcorão, livro de Gênesis, o Livro de Ezequiel e do Apocalipse. Diversas São apresentadas Como Seres sobrenaturais, Demônios Grupos Nacionais OU Que se escondia terra na. Gog e Magog ocorrer nd amplamente Mitologia e folclore EA SUA Existência É Aceita em Por muitas Religiões, Incluindo o islamismo, o Cristianismo EO judaísmo. A crença amplamente Aceita em nenhum Tanto Cristianismo e Islã não Defende que “Ele de Dois chifres” um ( grande e justo governante) ou duas idades (em Impactos Quem Duas Épocas), viajou o Mundo em Três Direções, comeu encontrou Que Uma tribo Ameaçada Gog e Magog Por, que foram de mal hum e destrutivo “natureza” e “causou grande Corrupção Sobre uma terra “. Como tributo em ofereceram Pessoas Troca de Proteção, em AJUDA-los, Mas Ele concordou recusou se uma homenagem, construiu elemento Uma grande muralha Que como hostis ERAM Nações incapazes de Penetrar.Eles presos Vão Ficar lá doomsday até, e sua saida sinal UM Será do Fim: “A guerra de Gog e Magog Que antecedem” O retorno de Jesus. .

2. Sátiro

ERAM originalmente considerados companheiros do deus Sátiros Pan nd cabra Antiga Civilização Grega. Os Primeiros desenhos de ERAM sátiros de Homens normais, embora muitas UM COM Vezes falo ereto. Foi Mais tarde se fundiu com o Fauno Roman, Que eles e QUANDO começaram uma retratados Ser Como Homens meia cabras Metade (parte superior do Corpo Sendo um Homem Que fazer, e Sendo uma Metade inferior de Uma cabra). Sátiros São descritos como malandro, mas de Coração folk fraco – é perigoso subversivo, tímidos e cobardes Ainda. Muitas de Contas Início Que, aparentemente, referem-se um animal Este descrever Como Sendo OS machos sexualmente com agressivos como Mulheres Humanas e n º de fêmeas SUA Própria espécie. Na velhice, eles São muitas Vezes Vistos com chifres na cabeça, Enquanto os sátiros Jovens com São Vistos nubs Vez.

3. Abarimon

Abarimon É o Nome de Uma raça com lendária Trás os n. pes, Mas Apesar desta desvantagem ERAM capazes de Correr um grande Velocidade. Viviam lado Eles um lado com animais Selvagens e Captura Tenta-los PORQUE eles não selvagem Tão ERAM. Eles UM moravam em Grande Vale do Monte Imaus (agora chamado de Montanhas do Himalaia , no Paquistão). Uma Houve especial Qualidade do ar Que significava se Fosse respirado UM Por Longo Período de tempo Seria Impossível respirar qualquer Outro tipo de ar e OS moradores Nunca Poderia deixar o vale vivo.

4. Nephilim

Nephilim São Seres, aparecem Que nd Bíblia Hebraica, mencionado Especificamente nenhum livro do Gênesis e do Livro dos Números, POIs São Também enguias mencionados em textos bíblicos Outros e, em ALGUNS Escritos-não Canonico judaicos. chamados Foram Eels POR CAUSA OS Corações da Queda UM dos Homens séria Fracasso mira deles na. ALGUNS sugerem Que ERAM enguias gigantes e Caiu Quando, tremia o Chão, COM OS Que Outros Fazendo um Também cair.Eels Ser. Não podem como figuras históricas, como Imagens Antigas Mas com sentido duvidoso.ALGUNS consideram Como OS-los descendentes híbridos anjos caídos de Humanas e como Mulheres. Hebraica Bíblia Na HÁ Também Menção de refains lado Nephilims, ERAM Uma Antiga Que raça de gigantes da Idade do Ferro e Foi Pensado parágrafo Ser morto Que se escondia terra na.

5. Sereia

A sereia e Uma Criatura mitológica com cabeça humana Aquático Uma feminina e do tronco e da cauda de peixe hum .. Foram discutidas como sereias Pelo Menos Desde 5000 aC. Em suas origens São acreditados parágrafo Ser rainha da Grande Atargatis, Que Incluiu mortal pastor UM e acidentalmente matou-o. Envergonhado, ELA pulou em hum lago de assumir uma forma de hum peixe, Mas como Águas Não escondem A SUA beleza divina. ain’t disso, ELA Tomou uma forma de sereia Uma Humanos da cintura acima, o peixe Abaixo. Sereias Foram, contudo, notar nenhuma folclore Britanico Como presságios Infelizes – Tanto do desastre e provocando-o. EXISTE Umagrande Possibilidade de Pessoas Que haviam Sido confundi-los com Sirenias (animais Aquáticos) ou Pessoas Que sofrem de Uma Doença congênita sirenomelia (Também conhecido Como síndrome de sereia em Que Uma Criança com Nasce Em suas pernas fundidas).

6. Banshee

O Banshee e Espírito feminino UM NA Mitologia irlandesa, geralmente Visto UM Como presságio de morte Mensageiro da UM e do Outro. A história do bean sidhe, comecou Como Uma mulher de Fadas Lamentos Pela morte de Personagens Importantes. Nas Histórias Mais tarde, a Aparência do Poderia banshee Prever uma morte. Segundo a lenda, o banshee PoDE em APARECER Uma Variedade de Formas. Na maioria das Vezes ELA aparece Como Uma assustadora, bruxa feia, Mas Também APARECER PoDE Como Uma bela mulher espetacularmente de qualquer idade Que se adapte Às SUAS Lavando e vista E, Roupas manchadas de Sangue OU Armadura um daqueles Que Estão os uma Morrer Prestes. Seja Nem Embora vista semper, seu Apelo É Ouvido luto, geralmente QUANDO ESTÁ à Noite Alguém Prestes uma Morrer e, geralmente, em torno de madeiras.

7. Abatwa

Na Mitologia Zulu, Abatwa São minúsculos Seres Humanos Seriam capazes de esconder Debaixo de Uma lâmina de grama e Ser Capaz de montar como formigas. Dizem Que viver nômade Uma Vida e Estão os continuamente em busca de Jogo. Lenda afirma Que Acontece se vir Através de UM Abatwa, hum Será tipicamente Uma Pergunta do tipo: “De Onde Foi Que Me Vê VOCÊ?” Devemos responder dizendo VIU UM Que De uma montanha, Algum OU Longe área. Eels São considerados Extremamente sensível Sobre Seu Tamanho, e se responde, dizendo Que so os vi Direito, então, Pela Primeira Vez, o Abatwa vai tentar mata-los com setas envenenadas. Pisando em hum Abatwa Por Também acaso e Um Ser dito sentence.Due morte A SUA Natureza Timida, Que tão ira tolerar Ser Visto Muito Jovens Pelos (diz-se que com idade Alguém inferior a 4), magos POR, e Por Mulheres grávidas. Se Uma mulher grávida em Seu Sétimo MÊS de gravidez Vê UM Abatwa do sexo masculino, ELA É dito Que dara à luz menino UM.

8. Duende

Um elfo e Um Ser da Mitologia Germânica. Os elfos ERAM Pensado originalmente Como Uma raça de semi-divino OU Seres Divinos dotados de Poderes Mágicos, Que Usam Para tanto o Benefício EO Prejuízo da Humanidade. Na Mitologia pré-Cristã, eles parecem ter Sido dividido em duendes e elfos negros de luz, a Primeira Descrição preservado dos elfos VEM da Mitologia Nórdica Que Diz Que Ser OS poderiam Homens Elevada à categoria de elfos Após a morte, Foi Possível cruzamento Entre elfos e operacional Seres Humanos não belief.Words Old Norse Para as ninfas Foram Traduzidas do Grego parágrafo Ser o Mesmo que “elfos” OU SUAS variantes Por estudiosos anglo-saxões.

9. Ciclopes

Na Mitologia Grega e Romana, Ciclope e Um UM MEMBRO De uma raça primordial de gigantes, CADA UM COM UM Único olho No meio da testa. É Uma grande Possibilidade de como Tem Que Pessoas confundido Uma anomalia congênita Chamada Em que Cyclopia o Bebê É Humano tão mal formado UM COM olho central.

10. Orc

Orc e Uma Palavra USADA n se referir um Várias raças de duro e belicoso em Humanoides Diferentes Ambientes de fantasia. Orcs São retratados Freqüentemente Como Humanoïdes deformados Que São brutais, belicista e sádico. Orcs São descritos de Diferentes Tamanhos, feio, sujo, com hum Por gosto carne humana. Estão os presas, Cambaio e Longo armado, e ALGUNS dez escura um Pelé, Como se queimado. O autor Tolkien OS descrevê Como Largo, atarracado, de Nariz chato, de Pele amarelada, com bocas e Olhos Inclinação .. . degradadas e repulsivas versões do mínimo (Para os Europeus) adorável Tipos de Mongol “. Eels São retratados Como Miseráveis, astuto e Seres vicioso. Quase Todas Em obras como épicas, Em suas origens São considerados Como Falta broodlings animado Unicamente Pela Vontade maligna de satanas .

11. Kapre

Kapre é uma criatura mítica filipina que poderia ser caracterizada como um demônio árvore, mas com características mais humanas. É descrito como sendo um homem alto, macho, marrom peludo, com uma barba. Kapres são normalmente descritos como fumar um cachimbo grande, cujo cheiro forte que atrai a atenção humana. O kapre termo vem do árabe “kaffir” significa um não-crente em Deus. apres pode fazer contato com pessoas para oferecer a amizade, ou se é atraído por uma mulher. Se uma amizade Kapre qualquer ser humano, especialmente por causa do amor, a Kapre serão sempre siga o seu interesse “amor” ao longo da vida. Além disso, se um é amigo do Kapre então essa pessoa tem a capacidade de ver e se eles foram se sentar sobre ele, então qualquer pessoa pode vê-lo. Kapres também disse que jogar pranks sobre as pessoas, muitas vezes tornando os viajantes ficam desorientados e perdem a sua forma na montanha ou na floresta.

12.Leperchaun

Leprechauns foram ligados ao Tuatha de Danann da mitologia irlandesa que se pensa derivar do divindades pré-cristãs da Irlanda. Quando as histórias de sobreviventes foram escritos, a Irlanda tinha sido cristã por séculos, e os Tuatha foram representados como reis mortais, rainhas e heróis do passado distante, porém há muitas pistas para o seu estado divino anterior. representação popular mostra leperchauns como não sendo mais alto do que uma criança pequena. O duende é dito ser uma criatura solitária, cuja principal ocupação é fazer e consertar sapatos, e que goza de piadas. De acordo com William Butler Yeats, a grande riqueza desses fadas vem do “tesouro crocks, enterrou de idade em tempo de guerra”, que eles descobriram e se apropriou.McAnally De acordo com o duende é o filho de um espírito maligno ” e um “degenerado de fadas” e “não é totalmente bom nem totalmente mau”

13. Ogro

Ogre, possivelmente derivado de Oegrus da mitologia grega que era o filho do deus grego shedder sangue. A palavra ” ogro é de origem francesa. Mantendo o mito grego, Oegrus poderia ter amaldiçoado algumas pessoas ogres, onde é descrito um ogre grande, cruel e horrível monstro humanóide monstruoso. Também caracterizado na mitologia, folclore e ficção. Ogres são freqüentemente retratadas nos contos de fadas e folclore como a alimentação de seres humanos, e tem aparecido em várias obras clássicas da literatura. Na arte, os ogres são muitas vezes representado com uma cabeça grande, cabelos e barba abundante, um apetite voraz e um corpo forte. O termo é freqüentemente aplicada em um sentido metafórico para as pessoas que exploram nojento, brutalizar ou devorar suas vítimas. O conto francês diz-los como habitantes do reino de Logres [Inglaterra].

14. Dziwożona

Dziwożona
Dziwozoana ou Mamuna são pântano feminino demônios em mitologia eslava conhecido por ser malicioso e perigoso. Maior risco de se tornar um desses demônios depois da morte foi pensado para ser parteira, solteironas, mães solteiras, mulheres grávidas que morrem antes do parto, bem como as crianças abandonadas. Às vezes eles carregam fora dos homens jovens para serem seus maridos. O Dziwozona tinha seios enormes que eles usaram para atacar e matar.

15. Mono Grande

Elas são descritas como macaco-peludo e como homens, como canibais tronco-ed avistados na América do Sul. Eles são descritos como sendo agressivos para os humanos. E, no encontro que eles ataquem seres humanos em vista, mas pode levar fora das mulheres para a reprodução. No entanto, eles são reconhecidos por um consenso científico e mitos que vieram para a América do Sul com os colonizadores europeus.

16. Vampiros

Os vampiros são seres mitológicos que vivem alimentando-se a essência da vida (geralmente na forma de sangue) de seres vivos, independentemente de serem mortos-vivos ou entidades vivas person.Although vampiric foram registrados em muitas culturas, a crença nos vampiros e bloodsucking demônios é tão antiga quanto o próprio homem, e pode voltar aos tempos pré-históricos. Os vampiros eram geralmente referidos como seres frios que poderia ser destruído pela luz do dia. Buracos que aparecem na terra ao longo de um grave foram tomados como um sinal de vampirismo. Não há nenhuma evidência científica de vampirismo, exceto o Morcego-vampiro. 

17. Tellem

Tellem
O Tellem foram os povos que habitavam a Escarpa Bandiagara, no Mali. É considerado por alguns, em Mali, hoje, que o Tellem possuía o poder de vôo. Eles são descritos como “Lord of Hobbit do anel como criaturas”, e eles construíram residências ao redor da base da escarpa, bem como diretamente na falésia como os hobbits. Muitas destas estruturas ainda são visíveis na área.

18. Yeti

Yeti ou Abominável Homem das Neves criatura mitológica humanóide disse habitam a região do Himalaia, no Paquistão e Nepal. A comunidade científica em grande parte se refere à Yeti como uma lenda, mas ela continua sendo uma das criaturas mais famosas do paralelo cryptozoology de Bigfoot América do Norte. É alto, criatura bípede coberto com longos cabelos brancos e usava nenhuma roupa. Ele tinha uma característica interessante de mudar sua cor do cabelo ao sol a raposa vermelha.

19. Tiyanak

Tiyank
Tiyank é uma criatura que, na mitologia filipino, imita a forma de uma criança. Ele geralmente assume a forma de um bebê recém-nascido e chora como uma na selva para atrair viajantes incautos. Uma vez que é pego pela vítima, ele reverte à sua forma verdadeira e ataca a vítima.Além de cortar as vítimas, o tianak também encanta os viajantes fiquem perdidos, ou rapto de crianças. Teorias afirmam que a tianak é o espírito de uma criança cuja mãe morreu antes do parto.Isso fez com que ela seja “nascida no chão”, ganhando assim seu estado atual.

20. Lobisomem

Werewolf
Lobisomem é um ser humano mitológica com a capacidade de se metamorfosear em um lobo ou uma criatura antropomórfica wolf-like, ou propositadamente, por ser mordido ou arranhado por outro lobisomem, ou após terem sido colocados sob uma maldição. Esta transformação é freqüentemente associada com o aparecimento da lua cheia. Lobisomens são frequentemente atribuídos força super-humana e os sentidos, muito além daquelas de ambos os lobos e os homens.

21. Fomorian

Fomorian
Na mitologia irlandesa, foi uma corrida semi-divina, que habitavam a Irlanda em tempos remotos.Eles podem ter sido uma vez Acredita-se que os seres que antecederam os deuses, semelhantes aos Titans grego. Tem sido sugerido que eles representam os deuses do caos e da natureza selvagem, ao contrário do Tuatha de Danann, que representam os deuses da civilização humana.Eles são, por vezes, disse ter tido o corpo de um homem ea cabeça de uma cabra, ou de ter tido um olho, um braço e uma perna, mas algumas, por exemplo Elatha, eram muito bonitas.

22. Blemmyes

Blemmyes
O Blemmyes era uma tribo que se tornou ficção como uma raça de criaturas acreditava ser acéfalos (sem cabeça), monstros que tinham olhos e bocas em seu peito. Os escritores antigos, por vezes, usou o termo antropofagia comedores de homem (Grk:) para descrever o Blemmyes, como eles eram conhecidos por suas tendências canibais.

23. Tikbalang

Tikbalang é uma criatura do mito filipino disse que se escondem nas montanhas e florestas do Brasil. É geralmente descrito como um homem alto, ossudo criatura humanóide com longas pernas desproporcionalmente, a ponto de chegar a seus joelhos acima de sua cabeça quando se agacha.Tem a cabeça e as patas de um animal, geralmente um cavalo. Às vezes, é acreditado para ser uma transformação de um feto abortado, que foi enviado à Terra do inferno. Tikbalangs são ditas para assustar viajantes e levá-los perdido de tal forma que eles continuam voltando para um caminho arbitrário, não importa o quão longe ele vai ou de onde ele se transforma. Supostamente esta é neutralizada pelo uso de uma camisa do avesso.

24. Encantado

Um encantado é uma criatura lendária brasileira. Eles vivem em um reino chamado de profundidade subaquática Encante. Encantados são mais comumente visto como uma espécie de golfinho de água doce ou serpente do mar que tem a capacidade de se metamorfosear em forma humana.Eles são caracterizados pela habilidade musical superior, sedução e atração para as partes. A transformação da criatura em forma humana parece ser rara, e ocorre geralmente durante a noite.Embora na forma humana do Encantado vai usar um chapéu para esconder sua testa saliente. Ela não desaparecerá enquanto shapeshifting e freqüentemente exibe habilidades mágicas, como o poder de controlar as tempestades e assombrar os humanos. Eles usam várias técnicas de controle da mente e podem provocar doenças, insanidade e até mesmo a morte. As criaturas são conhecidas para seres humanos seqüestro. Muitos moradores não vão perto do rio Amazonas à noite por causa disso. Abundância de sul-americanos acreditam na existência do Encantado e afirmam ter visto e interagido com a espécie.

25. ASWANG

ASWANG
ASWANG é uma criatura mítica do folclore filipino. O ASWANG é uma criatura-vampiro inerentemente mau gosto e é objecto de uma ampla variedade de mitos e histórias, os detalhes do que variam muito. colonizadores espanhóis observou que o ASWANG era o mais temido entre as criaturas míticas do Brasil, mesmo no século 16. “Aswangs” é muitas vezes descrita como uma combinação de vampiro e bruxa e são quase sempre do sexo feminino. Eles são usados às vezes como um termo genérico aplicado a todos os tipos de bruxas, manananggals, metamorfos, lobisomens e monstros. ASWANG histórias e as definições variam muito de região para região e de pessoa para pessoa, de modo nenhum conjunto específico de características pode ser atribuído ao termo. No entanto, o termo é freqüentemente usado de forma intercambiável com manananggal, que é uma criatura especial, com um conjunto específico de características. Elas são muitas vezes retratado como um monstro com asas que agitam ruidosamente quando ela está longe e em silêncio quando ela está mais perto.

26. Basajaun

Basajaun
Na mitologia basca, a basajaunak é um espírito habitando em cavernas ou na floresta, que protege rebanhos de gado e ensina as habilidades, como a agricultura e ironworking aos seres humanos.O basajaun também existe na mitologia aragonês nos vales de Tena, Ansó e Broto.Esculturas do século XV representando o basajaunak pode ser visto na Catedral de Burgos e no mosteiro de Santa María la Real de Nájera.

27. Rakshasa

Rakshasa
Rakshasha é um demônio ou espírito maligno de hindus e budistas mitologia. Acredita-se ser derivada a partir do pé do Deus hindu da criação. Rakshasas são uma raça de humanóides populoso sobrenatural que tendem para o mal. poderosos guerreiros, eles recorrem ao uso de magia e de ilusão quando vencida com armas convencionais. Como forma de trocadores, que pode assumir várias formas físicas, e nem sempre é claro se eles têm uma forma natural ou verdadeiro.Rakshasas são notórias para perturbar sacrifícios, profanação de sepulturas, assédio padres, que possuem os seres humanos, e assim por diante. Suas unhas são venenosas, e se alimentam de carne humana e comida estragada.

28. Wendigo

Wendigo
Wendigo é uma criatura mítica que aparece na mitologia dos povos algonquinos. É um espírito maligno canibal em que os seres humanos poderiam transformar, ou que poderiam ter os seres humanos. Aqueles que era praticante do canibalismo foram particularmente em risco,ea lenda parece ter reforçado esta prática como um tabu. Wendigos eram estranhas como encarnações da gula, ganância e excesso, nunca satisfeito após o abate e consumo de uma pessoa, eles estavam constantemente à procura de novas vítimas. Em algumas tradições, o homem que tornou-se dominado pela ganância pode virar wendigos; o mito Wendigo, portanto, serviu como um método de incentivo à cooperação e moderação.

29. Íncubo

Incubus é um demônio na forma masculina supostamente mentir sobre dormentes, em especial as mulheres, a fim de ter relações sexuais com elas, de acordo com uma série de tradições mitológicas e lendárias. Um pesadelo pode manter relações sexuais com uma mulher para ter um filho, para exercer a sua lenda. Algumas fontes indicam que ele pode ser identificado pelo seu pênis anormalmente grandes ou frio. A tradição diz que as relações sexuais repetidos com um pesadelo pode resultar na deterioração da saúde ou morte. As vítimas podem ter experimentado acordar de sonhos ou paralisia do sono. A influência da incubi também poderia ter sido invocada para explicar de outra forma “inexplicável” a gravidez ou estupradores real poderia ter sido descrito como incubus para escapar de punições.

30. Sasquatch

Sasquatch
Sasquatch, ou mais conhecido como Bigfoot é geralmente descrito como um grande, peludo, bípede humanóide. A comunidade científica considera Bigfoot ser uma combinação de folclore, erros de identificação, embuste e, ao invés de uma criatura real. supostas testemunhas descreveram os olhos grandes, testa uma crista pronunciada, e um grande conjunto de baixo da testa, o topo da cabeça tem sido descrito como arredondados e crista, semelhante à crista sagital do gorila macho.Bigfoot é comumente relatada para ter um cheiro forte e desagradável por aqueles que alegam ter encontrado ela. Os defensores alegaram que Bigfoot é onívoro e principalmente noturnos.